A Comunidade Canção Nova tem um papel muito especial na vida de Miguel Martini. Sua experiência com Jesus Cristo Vivo e Ressuscitado se deu na década de 80, através do livro “A Bíblia foi escrita para você”, de autoria do Monsenhor Jonas Abib.
Ao longo dos anos, um relacionamento mais estreito com os fundadores da Canção Nova tem unido Martini à Comunidade, fazendo com que se sinta um membro da família Canção Nova. Já coordenou um trabalho político na Comunidade e seu primeiro livro foi lançado pela Editora Canção Nova e prefaciado pelo Padre Jonas Abib, de quem Martini é amigo pessoal e confidente.
Antes de tomar decisões importantes, principalmente no seu mandato, que reconhece ser uma missão que lhe foi confiada por Deus, Martini recorre aos amigos e irmãos Monsenhor Jonas Abib, Luzia Santiago e Eto.
O deputado Miguel Martini é um exemplo da nova geração de políticos que surgiu na década de 90. Sua história de vida serve de exemplo para todos nós. Em 91, afastou-se da Aeronáutica para dedicar-se totalmente à evangelização. Atendendo ao apelo da Igreja para que os leigos se colocassem a serviço, decidiu fazê-lo no âmbito da política, com um compromisso renovador e transformador da sociedade, propondo uma nova concepção de política. Foi a Renovação Carismática Católica que o lançou candidato, em 1994, missão confirmada posteriormente pelo então arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, Dom Serafim Fernandes de Araújo.
Martini assumiu a política como um servidor da sociedade, por isso suas ações estão sempre em conformidade com os princípios constitucionais. Sua vocação política norteia-se pelos princípios da doutrina social cristã, ensinamentos derivados da aplicação do Evangelho às realidades sócio-econômicas e políticas, enriquecidos pelo discernimento e experiência da Igreja.
Suas intervenções na Assembléia de Minas e agora na Câmara Federal são marcadas pela defesa da vida, denúncia da cultura de morte e preocupação com a ecologia, a família e a saúde. Entende que deve criar condições para que o ser humano viva com dignidade, pois sente-se porta-voz permanente do povo que o elegeu.
Defender a vida, para Martini, é uma atitude de coerência e ética e humana. “Nenhuma lei humana pode legitimar os crimes contra a vida”, afirma o deputado.




